Capa - Sarau

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Sarau Equinócio de outono

domingo, 2 de novembro de 2014

O negro do nada

Nada 
É tudo nada 
O nada do nada 
O equivoco do nada 
Símbolos são símbolos
 Neles não são carregados seres 
As ações são esquecidas 
E logo o amor pensou em se estagnar 
E o ritual humano para tal sentimento? 
Se equivale ao símbolo, a nada 
Nada do amor aqui 
E nada do buraco negro do nada 
juro que ao encontrar o nada 
irei enfia-lhe a espada da relva do meu rancor 
e com toda raiva que abriga meu peito  
irei transformá-lo em sangue do oco 
nada me impede, nem o cordão de Gandhi 
e as fitas de Ogum, a esfinge de Deus 
a posição de Buda e cabeça de Krishna 
e nem a poesia do cio da terra 
conseguirão parar meu salto no negro do nada. 

Um comentário:

  1. E na vida não nos resta nada se não tudo. Ou um tudo de nada...
    Abraço.

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