Capa - Sarau

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Sarau Equinócio de outono

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

No caldeirão da felicidade


Eu sou capaz de me lançar num caldeirão de fogo
Desde que eu  sinta os gozos da felicidade traçados e escritos na minha alma
E nem a violência da química e física é capaz de romper a sensação dada a alma.
Meu corpo é uma arma alma que se lança a tudo sem padecer na felicidade.
Se infiltra no mais impróprio
E tenta conquistar o inexistente numa vida natural.
Chega no ápice e se lança no vaco.
É um susto?
Esse sou eu.
Pois quem poderá me defender mais como poeta
Do que um estupro de um sonho de Deus
Ou do que a padecimento de um ato de Satanás?

8 comentários:

  1. Adoro a intensidade das suas palavras e frases, nesses seus poemas inebriantes! Abração!

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  2. Bem intenso mesmo ehehehe
    abraços

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  3. gente, q poema edonista.
    só consegui pensar numa procura de prazer desenfreada.

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    Respostas
    1. Bom você conseguiu captar a ideia principal quando o escrevi e que as vezes fica um pouco oculto nas minhas palavras.

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  4. Vim deixar um grande abraço, meu amigo!!

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  5. Tens uma maneira de escrever que me abisma, sabes?
    Que o teu fogo perdure, que o teu fogo perturbe, que o teu fogo seja puramente impuro e que trace a diferença nas almas que lhe forem aparecendo!
    Beijinhos,
    Pensando com Arte.
    Segue e comenta este questionario : http://bllmaescritadeumcoracaoviajante.blogspot.pt/2012/08/desafio-30-dias.html

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  6. Que show de poema... e concordo com o que o Foxx disse!

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